A saída de António Silva para o Bournemouth voltou a mexer na hierarquia do balneário do Benfica e deixou em aberto a questão da braçadeira de capitão. Depois da despedida de Otamendi no final da última temporada, os encarnados perderam mais uma das suas principais referências e Marco Silva terá agora de definir os novos líderes da equipa.
Aursnes e Tomás Araújo lideram a corrida
Quando Otamendi deixou a Luz, Rui Costa fez questão de esclarecer que a sucessão estava praticamente definida. O presidente encarnado apontou António Silva, Fredrik Aursnes e Tomás Araújo como os nomes que integravam a linha de sucessão, cenário que acabou por se alterar com a transferência do jovem central para a Premier League.
Tudo indica agora que Aursnes assumirá a primeira posição na hierarquia. No entanto, o internacional norueguês continua a recuperar de uma sobrecarga muscular e permanece em dúvida para o encontro frente ao Hearts. Caso não seja opção, Tomás Araújo poderá estrear-se na nova temporada já com a braçadeira de capitão no braço.
Há mais candidatos à liderança
A redefinição do lote de capitães abre espaço para a entrada de novos nomes. Pavlidis surge como um dos principais candidatos, fruto do peso que ganhou na equipa e da influência que tem exercido dentro das quatro linhas desde que chegou ao Benfica.
Leandro Barreiro e Richard Ríos também são vistos como jogadores com perfil de liderança, enquanto Rafa Silva, pela experiência acumulada de águia ao peito, continua a ser uma possibilidade, apesar do seu perfil mais discreto. Alexander Bah e Anatoliy Trubin são outros dos elementos mais antigos do plantel que podem ganhar maior protagonismo.
A decisão final caberá a Marco Silva e ao balneário encarnado, que terão de reorganizar a estrutura de liderança para uma temporada marcada pela saída de duas figuras de enorme peso. Com a estreia frente ao Hearts no horizonte, o Benfica prepara-se para entrar numa nova era também no que diz respeito à braçadeira de capitão.










