O guardião da seleção nacional tem estado em grande nível no Mundial, mas há mais para conhecer do que o que mora entre os postes da baliza das quinas.
Outro olhar sobre Diogo Costa
É um indiscutível da Seleção nacional e do FC Porto, e na baliza tem-se assumido como um dos melhores do mundo na sua posição. Por estes dias, vai brilhando no Mundial 2026, mas há mais para contar sobre Diogo Costa.
O início de vida não foi fácil. Como criança, passou por várias privações na comuna de Rohtrist, no norte da Suíça. Os pais divorciaram-se, num momento que marcou a sua infância.
O pequeno Diogo preferiu seguir com a mãe para Portugal, e os dois instalaram-se em Santo Tirso, onde o futuro guarda-redes iria crescer e tornar-se homem.
Foi lá, também, onde começou a jogar futebol. Na altura, pouco convencido quando lhe atribuíram a posição de guarda-redes, uma vez que todas as crianças querem marcar golos.
“O avô ligou-me, no final do primeiro treino, a dizer que ele estava triste e até choramingou por ter ido para a baliza. Eu queria que todos os miúdos jogassem a guarda-redes e à frente. O Diogo era mais alto do que a maioria dos outros e tinha muito jeito para os dois lugares”, disse, à Sábado, Adílio Pinheiro, fundador e treinador dos Pinheirinhos de Ringe, na Vila das Aves.
A aposta foi ganha e Diogo Costa arrancou para um tremenda carreira como guarda-redes. Ao seu lado, teve sempre Catarina Machado, a sua mulher, que já estava com o guardião quando este assinou o primeiro contrato pelo Porto, em 2017.
Do amor entre os dois nasceu a família de quatro, depois dos nascimentos de Tomás, de três anos de idade, e Matilde, de um ano de idade. A vida familiar é uma das grande prioridades do guarda-redes, até devido ao que viveu em criança.
Antes de voltar à sua família, Diogo Costa vai tentar fazer história pela Seleção, e voar para a conquista do Mundial 2026.











