Especialistas de arbitragem analisam a atuação do árbitro alemão Daniel Siebert, no encontro referente á primeira mão dos quartos-de-final da Liga dos Campeões, que terminou com derrota dos leões.
Pedro Henriques e Jorge Faustino fazem avaliação positiva
Ambos os especialistas portugueses, dos jornais Record e A Bola, deram nota positiva ao juiz do Sporting vs Arsenal, um jogo com poucos casos e lances polémicos. No entanto, apontaram algumas falhas, ainda que sem influência no resultado.
Ambos criticaram o cartão amarelo exibido a Morita, aos 31′: “Morita conseguiu, em tacle, jogar a bola roubando-a a Trossard. No deslizar acabou por acertar com a sua coxa no pé de apoio do jogador do Arsenal. Falta apenas imprudente: amarelo mal exibido”, escreveu Jorge Faustino, uma ideia também ecoada por Pedro Henriques.
Também houve consenso sobre o não-penálti, num lance aos 47′, com Ben White e Gonçalo Inácio na área do Arsenal. O golo anulado aos gunners também foi a decisão correta: “Após um pontapé de canto a favor dos leões e na área do Arsenal, Gonçalo Inácio desequilibra-se e cai, não porque sofra qualquer infração, mas por um contacto com Rice e com White, ambos estavam por trás e nas costas do central leonino”, escreveu Pedro Henriques.
Os dois especialistas também não consideraram existir penálti sobre Luis Suárez – que reagiu à derrota – aos 87′, mas Pedro Henriques aponta, no minuto seguinte: “Kai Havertz de forma deliberada abriu o seu braço esquerdo acertando com a mão aberta na cara de Luis Suárez, um gesto e atitude incorretos, que além do livre direto que foi assinalado deveria ter sido sancionado com cartão amarelo”.
O golo do Arsenal, no final do encontro, é descrito como legal, sem qualquer infração a apontar. Pedro Henriques deixa, ainda, duas críticas finais: a primeira prende-se com o pouco tempo de compensação concedido pelo árbitro; na segunda, escreveu: “Nota final para mais um aspeto de natureza disciplinar, o Sporting fez onze faltas, das quais sete foram cometidas por Maxi Araújo, ora este número de infrações cometidas encaixa num item disciplinar, denominado infringir com persistência as leis de jogo, Lei 12 (faltas e incorreções) página 115, ou seja, o lateral uruguaio deveria ter visto o cartão amarelo”.











