A Federação Portuguesa de Futebol, liderada por Pedro Proença, já faz contas a um verdadeiro jackpot no Mundial 2026. A ambição desportiva cruza-se com o impacto financeiro e há a expectativa de que a Seleção Nacional vá longe na competição, impulsionada por uma geração comandada por Cristiano Ronaldo – que já tem data de regresso aos relvados.
Quartos-de-final como meta mínima definida
Internamente, a direção liderada por Pedro Proença aponta aos quartos de final como objetivo mínimo, patamar que garante receitas semelhantes às das últimas grandes competições. No Euro 2024, Portugal encaixou 15,25 milhões de euros, enquanto no Mundial 2022 arrecadou cerca de 14,8 milhões ao câmbio atual.
Pedro Proença já assumiu a ambição de conquistar o título, enquanto o selecionador mantém um discurso mais cauteloso. Ainda assim, o cenário traçado dentro da federação é claro: atingir, pelo menos, os ‘quartos’ para assegurar um encaixe financeiro relevante.
Prémios disparam no novo Mundial
A FIFA aumentou em 50% os prémios para o Mundial 2026, num total recorde de 727 milhões de dólares. Cada seleção garante, à partida, 10,5 milhões de dólares, incluindo apoios logísticos, com valores a subir consoante a progressão na prova.
A presença nos ‘oitavos’ rende cerca de 15 milhões de dólares, mas é nos quartos de final que se atingem valores mais próximos das últimas campanhas. Ainda assim, há custos a considerar, como impostos e encargos logísticos, que podem reduzir significativamente o valor líquido final.











