Oscar Piastri mostrou-se preocupado com a possibilidade de Max Verstappen abandonar a Fórmula 1, sublinhando o impacto que uma decisão desse género poderia ter na modalidade. O piloto australiano destacou a importância do neerlandês, sobretudo numa fase em que continua a afirmar-se como uma das grandes referências.
Regulamento levanta dúvidas
A eventual saída de Verstappen surge num contexto de insatisfação com o novo regulamento previsto para 2026. As alterações introduzidas, nomeadamente ao nível dos motores e da componente elétrica, têm gerado críticas, com os pilotos a sentirem limitações no desempenho dos monolugares.
O neerlandês tem sido uma das vozes mais críticas, apontando dificuldades em explorar o carro no limite devido à necessidade de gerir a energia. Em paralelo, Verstappen tem vindo a aumentar o envolvimento noutras competições, como as corridas de resistência.
Piastri deixa aviso
Perante este cenário, Piastri não escondeu a preocupação com uma possível saída do tetracampeão. “Será uma pena se isso acontecer. A Red Bull não parece ser o carro mais competitivo neste momento, mas penso que todos estão a trabalhar para melhorar o regulamento, embora seja muito complexo”, afirmou.
O australiano foi mais longe ao destacar o impacto que a ausência de Verstappen teria na Fórmula 1. “Seria uma pena para o desporto perder Max, especialmente nesta fase da carreira dele”, referiu.
“Não seria bem visto”
Piastri destacou ainda a importância de competir com os melhores pilotos. “Nós, enquanto pilotos, queremos competir contra os melhores e tentar provar o nosso valor frente a eles. Max demonstrou o seu valor nos últimos dez anos e, sobretudo nos últimos cinco ou seis, tornou-se uma referência”, explicou.
“Acho que não seria bem visto”, concluiu, deixando claro que uma eventual saída de Verstappen representaria uma perda significativa para a Fórmula 1.











