Queda a queda a pouco mais de 30 quilómetros da meta travou o esloveno
Nem uma queda a pouco mais de 30 quilómetros da meta travou Tadej Pogačar na concretização de um dos grandes objetivos da sua carreira: vencer a Milão-Sanremo, a mais longa clássica do calendário e a primeira das cinco “Monumentos” da temporada.
À sexta participação, o ciclista esloveno da Emirates alcançou o tão ambicionado triunfo, depois de já ter estado perto do pódio em várias ocasiões. Na estreia, em 2020, terminou na 12.ª posição, evoluindo para quinto em 2022 e quarto em 2023, antes de subir ao terceiro lugar em 2024 e 2025.
Apesar da queda, Pogačar conseguiu reintegrar-se no pelotão, exibindo marcas visíveis do impacto no lado esquerdo do corpo. Determinado, lançou o ataque decisivo na Cipressa, a cerca de 25 quilómetros da meta, conforme a estratégia delineada pela equipa.
Ao seu ritmo intenso responderam apenas Mathieu van der Poel e Tom Pidcock, formando um trio de elite na frente da corrida. Contudo, tudo ficou verdadeiramente decidido na subida final do Poggio, a nove quilómetros da chegada.
Aí, Pogačar voltou a acelerar e apenas Pidcock conseguiu acompanhar o esloveno. Ainda assim, mesmo rodando na roda do rival, o britânico não conseguiu ultrapassá-lo, e Pogačar manteve a vantagem até à meta, garantindo uma vitória histórica numa das provas mais emblemáticas do ciclismo mundial.
🌈 Tadej Pogacar goes down as we approach la Cipressa, and some big names are involved too –
— Milano Sanremo (@Milano_Sanremo) March 21, 2026
Wout van Aert, Matteo Jorgenson, Biniam Girmay, Giulio Pellizzari ; that's a lot of favourites potentially out of contention
Follow #MilanoSanremo @CA_Ita on Rai 🇮🇹 and on Eurosport 🌐 pic.twitter.com/G1NJd6sGMl







