O Porto – que continua envolvido nas polémicas com os casos de arbitragem – decidiu não adiar o encontro frente ao Estoril, apesar de ter menos de 72 horas de descanso entre o duelo com o Nottingham Forest e a partida da Liga Portugal. A estrutura portista analisou o cenário, mas optou por manter o calendário.
Gestão logística pesou na decisão final
Segundo foi possível apurar, a hipótese de adiar o jogo para segunda-feira nunca foi seriamente considerada. A mudança implicaria um regresso tardio ao Porto e complicaria de forma significativa a viagem para Inglaterra, tornando a deslocação a Nottingham mais exigente.
Perante esse cenário, os dragões entenderam que seria mais seguro concentrar os dois jogos em território nacional, mesmo com menor tempo de recuperação. A decisão passou por jogar quinta-feira e domingo, reduzindo riscos logísticos e evitando uma gestão física ainda mais delicada.
Estrutura prepara medidas para minimizar desgaste
Apesar da sobrecarga evidente no calendário, o Porto acredita que conseguirá mitigar o impacto físico nos jogadores. A estrutura liderada por André Villas-Boas já preparava este cenário e tem estudadas várias medidas para reduzir o desgaste associado às deslocações.
Internamente, reina a confiança de que a equipa estará em condições de responder tanto no campeonato como na eliminatória europeia. Ainda que reconheçam o desconforto da situação, os responsáveis portistas acreditam que a decisão tomada representa o menor risco competitivo.










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