O Porto conquistou este domingo a WSE Champions League após vencer o Barcelona por 3-1, em Coimbra. Numa final de enorme intensidade, os dragões quebraram finalmente o histórico negativo diante dos catalães e voltaram a erguer o principal troféu europeu de hóquei em patins.
Entrada de sonho abalou os catalães
A equipa de Paulo Freitas entrou de forma avassaladora e praticamente resolveu o arranque da final nos primeiros minutos. Logo no minuto inicial, Marc Grau viu cartão azul e Carlo Di Benedetto desperdiçou o livre direto. Ainda assim, os dragões mantiveram pressão altíssima e chegaram rapidamente à vantagem por Rafa.
Pouco depois, Gonçalo Alves ampliou com um remate absolutamente brutal antes do meio-campo, deixando Sergi Fernández sem reação. O Barcelona tentou responder, mas encontrou sempre um Malián inspirado e um Porto extremamente organizado defensivamente, mesmo durante os momentos em inferioridade numérica após o cartão azul mostrado a Telmo Pinto.
O conjunto azul e branco continuou por cima durante praticamente toda a primeira parte, criando várias oportunidades para aumentar a vantagem. Carlo Di Benedetto, Edu Lamas e Rafa estiveram perto do terceiro, mas Sergi Fernández evitou males maiores para um Barcelona claramente sufocado pela intensidade portista.
Porto resistiu e matou a final
Na segunda parte, o Barcelona tentou crescer na partida e acabou por reduzir através de uma grande penalidade convertida por Ignacio Alabart, depois de intervenção do VAR. O golo devolveu esperança aos catalães, que passaram a assumir maior posse e pressão ofensiva sobre a baliza defendida por Malián.
Ainda assim, o Porto nunca perdeu equilíbrio emocional. A equipa de Paulo Freitas conseguiu controlar o ritmo do encontro, escondendo a bola e desgastando o adversário através de ataques longos e organizados. Mesmo perante várias situações de pressão espanhola, os dragões mostraram enorme maturidade competitiva.
A decisão acabou por surgir já perto do fim. Aos 45 minutos, Telmo Pinto apareceu para fazer o 3-1 e sentenciar definitivamente a final europeia. O Porto segurou depois os últimos ataques catalães e confirmou uma conquista histórica, voltando a colocar o hóquei portista no topo da Europa.








