Ciclista esloveno foi uma das figuras dominadoras da primeira semana da maior corrida do mundo.
UAE e Pogacar dominam prize money do Tour
A 113ª edição do Tour de France chegou ao seu primeiro dia de descanso esta segunda-feira, uma boa oportunidade para fazer contas à corrida, com destaque para os milhões de prize money conseguidos até agora.
Como é normal, o valor amealhado até ao momento espelha o sucesso na estrada. Por isso, não é surpresa que no topo da lista apareça Tadej Pogacar, que já venceu duas etapas, e lidera na classificação geral e da montanha. Até agora, o esloveno já conta 40940 euros.
O segundo lugar tem praticamente metade desse valor: tratar-se de Tim Merlier, sprinter que venceu por duas vezes, e conquistou 24800 euros. Seguem-se Mads Pedersen, vencedor de etapa e líder da camisola por pontos, e Isaac Del Toro, colega de Pogacar na UAE. Olav Kooij, sprinter neerlandês, fecha o top 5.
No que às equipas diz respeito, a lógica é a mesma: a UAE Emirates parece no primeiro lugar, com 69980 euros amealhados até ao momento. São perseguidos pela Lidl-Trek de Mads Pedersen, com 38570 euros, e pela Visma | LAB de Jonas Vingegaard, com 31700 euros.
Distribuição do prize money do Tour de France por cicilista
| Ciclista | País | Prémio monetário |
|---|---|---|
| Tadej Pogačar | Eslovénia | €40.940 |
| Tim Merlier | Bélgica | €24.800 |
| Mads Pedersen | Dinamarca | €21.630 |
| Isaac del Toro | México | €17.990 |
| Olav Kooij | Países Baixos | €14.800 |
| Jonas Vingegaard | Dinamarca | €14.500 |
| Mathieu van der Poel | Países Baixos | €13.500 |
| Biniam Girmay | Eritreia | €11.580 |
| Baptiste Veistroffer | França | €9.500 |
| Max Kanter | Alemanha | €9.150 |
Distribuição do prize money do Tour de France por equipa
| Equipa | Prémio monetário |
|---|---|
| UAE Team Emirates-XRG | €69.980 |
| Lidl-Trek | €38.570 |
| Visma | Lease a Bike | €31.700 |
| Soudal Quick-Step | €27.830 |
| Decathlon CMA CGM | €20.660 |
| Alpecin-Premier Tech | €20.020 |
| Lotto-Intermarché | €18.690 |
| XDS Astana | €16.690 |
| Uno-X Mobility | €16.360 |
| NSN | €14.480 |
| EF Education-EasyPost | €14.460 |
| Netcompany-Ineos | €10.160 |
| Red Bull-BORA-Hansgrohe | €8.880 |
| Caja Rural-Seguros RGA | €7.280 |
| Jayco AlUla | €7.090 |
| Movistar | €6.450 |
| Pinarello-Q36.5 | €6.170 |
| TotalEnergies | €5.650 |
| Picnic PostNL | €5.270 |
| Bahrain Victorious | €4.880 |
| Groupama-FDJ United | €3.110 |
| Cofidis | €2.650 |
| Tudor | €2.320 |
Pogacar quer abanar o desporto
Depois da última etapa, no domingo, e em vésperas do primeiro dia de descanso, o líder do Tour prestou declarações, e partilhou algumas ideias sobre como organizaria o calendário internacional do ciclismo.
O calor extremo tem sido um grande tópico nesta edição do Tour, e para o esloveno a solução é simples: alterar as datas da maior corrida do mundo, para que os ciclistas não tenham de sofrer com as condições climatéricas.
“Ontem ouvi uma proposta para começarmos às 10h00 da manhã. Para mim, não serve para nada, porque acabas em pleno pico de calor. Hoje, por exemplo, estava muito mais fresco na chegada (por volta das 17h30 locais) do que na partida, às 13h45. Por isso, teria de começar às 8h00 ou 9h00, ou mesmo antes, e isso também é um pouco mau. O corpo pode habituar-se a levantar-se às 5h00 da manhã. Mas, na verdade, saímo-nos bem com este calor, fizemos um ótimo trabalho para arrefecer os nossos organismos”, começou por dizer.
“É um tema vasto, mas se eu tivesse o poder, mudaria todos os calendários. Não organizaria corridas em julho e agosto em locais quentes. Faria um calendário completamente diferente, mas isto é algo em que se deve pensar muito bem e não me cabe a mim [decidir]”, rematou de seguida o campeão do mundo.










