Selecionador nacional falou com os jornalistas, já no México – onde conta com mega operação policial – e comentou alguns dos temas mais importantes relacionados com a equipa nacional.
Roberto Martínez e a chegada de Paulinho
Um dos temas que marcou a última semana da Seleção foi a chegada de Paulinho, ex Sporting que agora joga no Touca. No México, onde o avançado luso é figura maior, o treinador nacional foi questionado sobre o ponta-de-lança.
“Eu gosto de partilhar quando tomamos decisões. Eu já falei do perfil dos pontas de lança e dentro disso tínhamos espaço para o Ronaldo e para o Ramos. E depois queríamos ver os 10 e os extremos. Depois o Leão e tivemos de tomar uma decisão. Assim, chamamos o Paulinho por mérito e abre espaço para o Guedes jogar na ala. O Paulinho está aqui por mérito, pelo que tem feito no México e numa carreira é preciso ter momentos de sorte e saber aproveitar. Ele tem muito boa ligação com muitos jogadores e é um jogador que trabalha muito bem”, começou por explicar Martínez.
O treinador espanhol falou, depois, do que é preciso para que o avançado vá ao Mundial: “Creio que no futebol o mais difícil é a simplicidade. O mais simples para o Paulinho é que continue a ser ele mesmo. O Paulinho teria lugar em praticamente todas as seleções do mundo, mas divide lugar com Cristiano e Ramos que são dos melhores avançados do mundo. Assim, Paulinho tem de ser ele mesmo. Tem trabalhado muito bem e recebeu um grande prémio ao estar na Seleção. É muito inteligente. Mas é preciso ter sorte para encontrar o seu lugar”.
Quem joga na baliza?
Sem Diogo Costa, esta era outra das questões do estágio da Seleção. Roberto Martínez abriu o jogo: “Primeiro, temos de gerir com responsabilidade porque jogamos sempre para ganhar, mas queremos observar outros jogadores. Quantos aos guarda-redes, têm trabalhado muito bem e o Sá vai jogar um jogo e o Rui Silva vai jogar outro. Uma palavra para o Ricardo Velho, que é um ótimo 4.º guarda-redes. De notar ainda que pela primeira vez a FIFA vai permitir 10 substituições e veremos como podemos gerir”.
A terminar, comentou a o estágio da equipa das quinas e o que pode trazer para o campeonato do mundo: “Por vários motivos, acho que o Mundial’2026 vai ser dos mais complexos de sempre. Precisamos de muita preparação e de muita flexibilidade tática. O que mostrámos nos últimos 36 jogos temos de juntar tudo em 26 jogadores. Por isso, sim, as dores de cabeça são bem-vindas e vão resultar numa convocatória de 26 jogadores. Não precisa de ser uma escolha popular. Mas estou muito contente com o que tenho visto e estamos a encontrar a competitividade e as soluções que procurávamos”.







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