Médio ofensivo regressa ao Olival depois de um período de recuperação física e mental que pretende transformar em rendimento dentro de campo
Rodrigo Mora iniciou os trabalhos no Olival com energias renovadas e determinado em consolidar o seu espaço no FC Porto. Depois de um verão de 2024 marcado por uma preparação condicionada, o jovem criativo conseguiu desta vez cumprir por completo o plano delineado pela equipa técnica, beneficiando de um período de descanso que lhe permitiu recuperar física e mentalmente.
O ano de 2025 voltou a ser exigente para o jogador portista. Além da integração no grupo de Portugal que conquistou a Liga das Nações, Mora também fez parte da campanha do FC Porto no Mundial de Clubes, acumulando minutos e responsabilidades num calendário particularmente intenso.
Fora das quatro linhas, o médio ofensivo atravessou igualmente uma fase desafiante. Ainda com 17 anos, teve de lidar com situações extracampo numa etapa importante do seu crescimento, ao mesmo tempo que se adaptava a uma realidade diferente dentro da equipa principal.
Desde cedo percebeu que teria um papel distinto na temporada, com Francesco Farioli a privilegiar Gabri Veiga nas opções para a posição. A perda da camisola 10 e a prolongada especulação em torno de uma eventual transferência para o Al-Ittihad, que acabou por não se concretizar, marcaram igualmente um percurso menos linear.
Apesar de os números individuais terem ficado aquém do registo anteriormente alcançado, Rodrigo Mora encerrou a época com um objetivo importante cumprido: conquistar o título de campeão pelo FC Porto. Aos 18 anos, acredita estar preparado para dar um novo passo na carreira e pretende recuperar protagonismo no ataque, aumentando a influência em golos e assistências enquanto luta por um lugar definitivo no onze portista.










