Rui Borges fala sobre as lesões no Sporting CP.
Rui Borges, treinador do Sporting CP, falou aos jornalistas depois da eliminação dos Leões pelo V. Guimarães, nas meias-finais da Taça da Liga, num confronto que terminou por 2-1, onde comentou as lesões que têm afetado o plantel principal do clube de Alvalade.
O excesso de lesões: “É algo que parece de estudo. Hoje sinto mais, a equipa também sente. É impossível, por mais otimista… custa ver tanta gente de fora. Não serve de desculpa, jamais servirá. Podíamos ter feito o 2-0, não fizemos, o adversário a acreditou e fez.”
Eliminação dá pressão extra? “A pressão é diária, independentemente de não ter conseguido uma taça, tem a ver com a pressão de ser melhor e ganhar. Mais que os resultados, mexe tudo o que nos tem acontecido. Temos de arranjar forma de os levantar, por verem tantos colegas de fora, por verem contratempos que não controlamos. Agora é tentar fazer uma segunda volta melhor que a primeira pois só assim conseguimos estar dentro dos nossos objetivos.”
Há algo a questionar internamente pelas lesões musculares?“Não foram musculares, hoje não foi nenhuma muscular. Por mais que seja otimista, e não me agarro a isso, a minha maior tristeza hoje é sair daqui com menos dois jogadores para o próximo jogo. É impossível não sentir, a equipa também sente. É muito traumático, não são musculares. São coisas que acontecem e nós temos de seguir caminho.”
A equipa está no ‘redline’? “‘Redline’ é sentir que há cansaço acumulado, sente-se isso, hoje sentiu-se na energia da equipa. Tem de ser caso de estudo tanta lesão, é inacreditável. Tem-nos acontecido tudo. Os colegas sentiram, mais duas substituições por lesão… Não me estou a desculpar. Hoje sinto mesmo. Sai mais triste pelas lesões que por tudo o resto. O Sporting vive da formação e se temos de nos agarrar a eles, vamos agarrar-nos. Não podemos só ir ao mercado porque depois temos 40 jogadores para treinar. Temos de ser rigorosos e ver se temos de ir ao mercado por alguma posição específica, mas a formação será sempre produtiva e temos de nos agarrar a ela sempre.”










