Presidente encarnado já vai planificando a temporada 2026/27, numa altura em que as águias lutam para fechar o melhor possível a presente época.
Rui Costa define plano do Benfica
O presidente encarnado já vai começando a pensar na próxima época, de modo a construir um plantel mais à imagem de José Mourinho. O treinador das águias quer mais fisicalidade e velocidade entre os seus jogadores, e os responsáveis do clube da Luz já terão dado aval a essas pretensões.
As águias vão aproveitar a prata da casa, e integrar nomes como Daniel Banjaqui, Anísio Cabral e José Neto na equipa principal, mas o treinador português quer mais. Sendo assim, a SAD está no mercado à procura de um central e um extremo, mas um guarda-redes, um médio e um ponta-de-lança também estão na equação.
No eixo defensivo, o Benfica está pronto para perder Otamendi, pelo que um central canhoto vai ser uma das prioridades. Resta conhecer os desenvolvimentos do dossier de António Silva, que pode obrigar as águias a trazer dois defesas na mesma janela de transferências.
Um extremo é outro dos objetivos primordiais. Segundo avança o jornal Record, Brumo e Sidny Lopes Cabral não contam para José Mourinho, e Andreas Schjelderup pode sair, como um dos mais valorizados do plantel. Sendo assim, o treinador quer outro jogador para a posição, com o perfil semelhante a Dodi Lukebakio.
De resto, um médio-centro também está a ser estudado, mediante a situação de Richard Ríos que, dependendo da prestação no Mundial, se pode ver valorizado, o que podia obrigar as águias a aproveitar essa oportunidade de negócio. Na frente de ataque, Mourinho prefere um avançado de área, pelo que é possível que Ivanovic seja ‘despachado’, e que os encarnados procurem um ponta-de-lança com outras características para rivalizar com Pavlidis. Anísio Cabral vai partir como terceira opção.
Um mercado intenso, e que poderá durar até ao fecho de janela de transferências, em virtude do Mundial, que deve atrasar alguns processos. Vale, ainda, destacar que a abordagem encarnada vai sempre depender da chegada, ou não, à Liga dos Campeões, o que iria conferir maior capacidade financeira ao emblema presidido por Rui Costa.











