Rui Costa terá de enfrentar os sócios do Benfica numa Assembleia Geral destinada à discussão da gestão desportiva da temporada, num momento de forte contestação em torno da liderança encarnada. A reunião magna surge na sequência das novas regras estatutárias e promete ambiente tenso, face aos resultados muito aquém das expectativas.
Presidente chamado a explicar-se
De acordo com os novos estatutos do Benfica, no final de cada temporada deve ser realizada uma Assembleia Geral para debate da gestão desportiva com a Direção. Isso significa que Rui Costa terá de responder às questões dos associados sobre decisões tomadas ao longo da época, desde contratações e mudanças técnicas até ao desempenho competitivo da equipa principal.
A reunião deverá acontecer depois da última jornada da Liga, numa altura em que o Benfica ainda alimenta remotas esperanças de alcançar o segundo lugar. O cenário aumenta a expectativa em torno de uma AG potencialmente explosiva, sobretudo perante a crescente contestação à estrutura encarnada e ao rumo seguido ao longo da temporada.
Mais uma AG no horizonte
Além deste encontro focado na componente desportiva, o Benfica terá também de realizar uma segunda Assembleia Geral para apreciação e votação do orçamento para 2026/27. Os responsáveis encarnados já confirmaram e marcaram as duas reuniões para 27 de junho.
Neste segundo caso, ainda não se aplica a norma estatutária que prevê a queda dos órgãos sociais após a reprovação consecutiva de relatórios e contas ou orçamento. Ainda assim, a conjugação dos dois encontros promete colocar Rui Costa sob pressão acrescida numa fase particularmente delicada da vida interna do clube da Luz.











