Negócio prevê um empréstimo com opção de compra
A prioridade de José Mourinho continua a ser o reforço do ataque para a segunda metade da temporada, mas, por agora, o dossiê mais avançado no Benfica envolve uma possível despedida. Andreas Schjelderup está muito perto de abandonar o Benfica Campus, com o Parma a assumir-se como o clube mais bem colocado para garantir o jovem norueguês.
Segundo foi possível apurar , as conversas entre as águias e o emblema italiano encontram-se em fase bastante adiantada e passam por um empréstimo com opção de compra. A SAD encarnada pretende que o montante a fixar se aproxime do valor pago ao Nordsjaelland em janeiro de 2022: nove milhões de euros, verba que poderia atingir os 14 milhões mediante o cumprimento de determinados objectivos.
Aos 21 anos, Schjelderup perdeu claramente espaço no plantel principal. Nos últimos quatro encontros, nem sequer integrou a lista de suplentes, sendo ultrapassado por vários jovens da equipa B, um sinal inequívoco de que José Mourinho já não conta com o extremo, situação que acelerou o processo de saída.
Embora existam outros interessados num empréstimo, tudo indica que será o actual 15.º classificado da Serie A a fechar o negócio nos próximos dias. A transferência deverá avançar mesmo que o Benfica não consiga, entretanto, contratar outro extremo, pois a administração considera garantida a chegada de um reforço para as alas ofensivas, juntando-se a Sidny Cabral, recente aquisição.
Em carteira continuam dois alvos: Wesley, do Al Nassr, e André Luiz, do Rio Ave, sendo esperado que apenas um deles reforce o plantel ainda neste mercado. No caso do avançado que actua na Arábia Saudita, a libertação só deverá acontecer após o dia 18, data da final da Taça das Nações Africanas, competição em que o Senegal de Sadio Mané, titular habitual, pode estar presente. Já a negociação por André Luiz tem sido travada pela posição inflexível de Evangelos Marinakis, accionista maioritário da SAD vilacondense.










