Ale Galán fecha de vez o ciclo com Juan Lebrón e garante que não está a pensar em mudanças. “Não é uma boa opção”, diz o antigo número 1 mundial.
A separação mais mediática da história do padel ganhou novo capítulo esta semana. Em entrevista ao canal VeinteDiez, Ale Galán foi direto ao assunto: não há qualquer hipótese de voltar a formar dupla com Juan Lebrón. Apesar do reencontro pontual no último Mundial, o jogador espanhol deixou claro que a relação está quebrada — dentro e fora da pista.
“Não há relação. Para mim, o respeito vem primeiro e houve coisas com o Juan que não estiveram bem”, disse Galán, afastando qualquer cenário de reconciliação com o parceiro com quem dominou o circuito durante mais de quatro temporadas.
Quando tudo começou a ruir
A rutura entre Galán e Lebrón teve como ponto de rutura o incidente em Doha, em novembro de 2023, envolvendo Lebrón, Mike Yanguas e Javi Garrido. Foi ali que, apesar de ainda jogarem juntos no Mundial, ficou claro que o fim era inevitável.
Galán recorda que já antes disso a decisão estava tomada:
“No Major de Paris disse-lhe que não íamos continuar em 2024. Depois vivemos três meses muito bons, não só a nível desportivo, e decidimos tentar mais uma vez com regras claras.”
Lebrón magoado: “Dói muito”
O afastamento deixou marcas. Juan Lebrón, num evento da Red Bull, chegou a comentar que Galán não teve coragem de lhe contar pessoalmente:
“Vivemos a 300 metros e não teve o valor de mo dizer na cara. Dói muito.”
Galán, agora, reconhece o erro:
“Dou-lhe razão. Devia tê-lo deixado antes.”
Total confiança em Chingotto
Desde então, Ale Galán forma dupla com Fede Chingotto, e apesar da série de nove derrotas contra Coello e Tapia, garante que não pensa em mudar:
“Não estou a pensar em mudanças. Quem acha que tenho de mudar, não me conhece.”
E acrescenta:
“Como jogador de direita clássico, não há melhor que o Fede. Ele melhora-me emocionalmente e faz-me competir melhor. Ser número 1 com ele seria um orgulho enorme.”
Um adeus sem volta
Mesmo com rumores a circular sobre uma eventual reaproximação — alimentados pelas dificuldades competitivas recentes — Galán foi perentório: não há volta a dar. E o capítulo com Lebrón, que tantas vitórias deu ao padel espanhol, está encerrado para sempre.



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