Após a renovação de Marc Márquez, a Ducati confirmou que Francesco Bagnaia vai deixar a equipa oficial de MotoGP no final de 2026, encerrando uma ligação de oito temporadas que ficou marcada por alguns dos maiores sucessos da história recente da marca italiana na modalidade.
Uma história de títulos e recordes
Ao serviço da Ducati, Bagnaia conquistou os títulos mundiais de 2022 e 2023, devolvendo a coroa de pilotos a Borgo Panigale 15 anos depois do triunfo de Casey Stoner. O italiano deixa ainda números impressionantes, com 31 vitórias, 62 pódios e 28 pole positions pela fábrica italiana.
Claudio Domenicali, diretor executivo da Ducati Motor Holding, destacou a importância do piloto na transformação da equipa. “Pecco escreveu uma parte fundamental da história desportiva da Ducati. Cresceu connosco, acreditou no projeto e ajudou a levar a Desmosedici GP de volta ao topo da MotoGP”, afirmou.
Um vínculo que ficará para sempre
Também Luigi Dall’Igna, diretor-geral da Ducati Corse, elogiou o percurso do bicampeão mundial e admitiu que o fim do ciclo foi encarado com respeito mútuo. “Pecco permanecerá para sempre como um campeão na história de Borgo Panigale. Com a Ducati realizou os seus sonhos de infância e nós realizámos os nossos ao seu lado”, referiu.
Apesar da separação já estar definida, a Ducati garante que a relação entre ambas as partes continua sólida e que o objetivo passa por terminar da melhor forma as corridas que restam até ao final da ligação, fechando uma das parcerias mais bem-sucedidas da era moderna da MotoGP.







