As águias estiveram por duas vezes em desvantagem no Palacio Riazor, mas um golo nos instantes finais salvou a invencibilidade que já dura há 25 jogos.
O SL Benfica provou, mais uma vez, por que é a equipa a bater na Europa.
Num duelo de “titãs” frente ao HC Liceo, os encarnados sentiram o peso de um pavilhão histórico e de um adversário inspiradíssimo, mas conseguiram arrancar um empate a quatro golos (4-4) que mantém a sua hegemonia no grupo.
Montanha-russa de emoções na Corunha
O jogo começou com o “selo de qualidade” do SL Benfica: Nil Roca abriu o marcador logo aos 3 minutos. Contudo, quem esperava um passeio luso rapidamente percebeu que o Liceo tinha outros planos. Com uma resposta fulgurante, os galegos deram a volta por David Torres e Toni Pérez ainda antes dos 10 minutos.
A partir daí, o jogo entrou numa fase de equilíbrio tenso, onde as defesas e os guarda-redes — com destaque para Conti Acevedo — foram as grandes figuras, impedindo que o marcador disparasse antes do intervalo.
O “Powerplay” e a alma de Gonçalo Pinto
A segunda parte foi jogada a um ritmo alucinante. O SL Benfica correu sempre atrás do prejuízo:
- Zé Miranda empatou de livre direto (2-2).
- O Liceo respondeu por Bruno Saavedra (3-2).
- A expulsão de Saavedra abriu a porta ao empate de Lucas Ordoñez em superioridade numérica (3-3).
Quando Nuno Paiva fez o 4-3 para o Liceo a poucos minutos do fim, parecia que a época perfeita das águias ia finalmente sofrer o primeiro desaire. Foi então que, aos 49 minutos, Gonçalo Pinto apareceu no sítio certo para desviar o passe de Nil Roca e fixar o resultado final.
A lei do líder continua a ditar as regras
Apesar deste “susto” na Galiza, o SL Benfica sai reforçado. São já 25 jogos sem perder nesta temporada, um registo que impõe respeito a qualquer adversário mundial. Nas contas da Liga dos Campeões, o empate permite gerir a vantagem confortável no topo da tabela:
- SL Benfica: 16 pontos
- Sporting CP: 10 pontos
- HC Liceo: 7 pontos








