Diogo Costa deixou o futuro em aberto e recusou garantir que continuará no FC Porto para lá do fecho do mercado de transferências. Apesar de assegurar que é “muito feliz” no Dragão, o capitão dos azuis e brancos admitiu que a continuidade não depende apenas da sua vontade. “Sou muito feliz aqui, quero muito continuar a ganhar títulos pelo FC Porto, mas todos sabemos como é a vida de um jogador profissional. É algo que não posso prometer”, afirmou, em declarações à RTP.
“O que posso prometer é trabalho e compromisso”
Confrontado com a possibilidade de este poder ser o último jogo ao serviço do FC Porto, o guarda-redes não fechou a porta a uma transferência. “Já sou associado à saída deste clube há algum tempo”, começou por dizer, antes de reforçar: “Enquanto cá estiver, serei sempre o mesmo jogador e a mesma pessoa.” Ainda assim, fez questão de garantir que o compromisso com o clube permanece inalterado. “O que posso prometer é trabalho e compromisso, tem sido sempre assim desde que comecei a jogar na equipa principal.”
As declarações de Diogo Costa surgem numa altura em que o internacional português continua a despertar o interesse de vários emblemas europeus, depois das exibições realizadas no Mundial ao serviço da Seleção Nacional. Enquanto não existem novidades sobre uma eventual transferência, o guardião mantém o foco na nova temporada e na conquista de mais títulos pelos dragões.
Ambição renovada e homenagem a Jorge Costa
A poucos dias da Supertaça, Diogo Costa deixou clara a ambição do plantel para 2026/27. “Queremos aumentar os nossos padrões em termos de identidade” e “vamos ser muito humildes e encarar todos os jogos como finais, tal como fizemos durante a época passada”, afirmou, lembrando ainda que “um clube como o FC Porto vive” de conquistar troféus.
O capitão explicou também por que razão optou por manter o número 99, recusando o desafio lançado por André Villas-Boas para envergar a camisola 2. “Fico extremamente grato ao nosso presidente por me ter feito esse desafio”, começou por dizer, justificando depois a decisão: “O que aconteceu com o Jorge é algo que está muito fresco na minha memória e acho que é algo que devemos continuar a honrar e a homenagear.”











