Antigo candidato à presidência do Sporting CP deixa duras críticas ao comportamento dos adeptos.
Bruno Sorreluz, antigo candidato à presidência do Sporting CP, emitiu um comunicado através das suas redes sociais, onde condenou os assobios de very light que ouviu no dérbi de futsal entre SL Benfica e Sporting CP, que terminou com vitória (2-1) das águias no jogo 1 da final do campeonato.
“Há noites em que o que fica não é o jogo. É tudo o que aconteceu à volta dele. Ontem foi uma dessas. Voltaram a ouvir-se cânticos a invocar a morte num derby de futsal, no pavilhão do rival. Voltou a haver adeptos a gravar caras e a ameaçar ir a casa de jogadores e de adeptos. E voltaram os dois pesos e duas medidas. Na bancada deles, intimidação sem polícia à vista. E quando são eles a visitar o nosso pavilhão, há lonas e cadeiras a proteger as bancadas adversárias, enquanto os nossos sócios nem de pé se podem manter”, começou por apontar o antigo candidato do Sporting CP.
“Gosto de rivalidade. Faz parte do jogo. Mas ameaças de morte a jogadores, adeptos e dirigentes não são rivalidade. São crime. E o que aconteceu esta semana, com uma emboscada a jovens de 17 e 18 anos longe de qualquer jogo, devia envergonhar toda a gente que ama o desporto”, frisou.
“Terça-feira há novo derby. Não podemos fingir que não sabemos o que costuma acontecer. Por isso, deixo um apelo às forças de segurança, às autoridades do desporto e às direções dos clubes: protejam quem vai aos estádios e aos pavilhões. Sobretudo os mais novos. Porque o jogo é dentro das quatro linhas. Tudo o resto não pode continuar impune”, concluiu Bruno Sorreluz.








