A qualificação histórica do Sporting – que encaixa uma fortuna – para os quartos de final da Liga dos Campeões trouxe prestígio, entusiasmo e uma nova dor de cabeça para Rui Borges. A passagem europeia apertou ainda mais um calendário já muito exigente e obriga agora os leões a fazer contas a um fim de temporada verdadeiramente sufocante.
Calendário infernal do Sporting obriga a mexidas
O primeiro efeito da continuidade europeia sente-se, desde já, no calendário interno. O jogo frente ao Tondela, que estava previsto para este mês, deverá ser empurrado para maio, abrindo espaço para o duplo confronto com o Arsenal nos quartos de final da Liga dos Campeões. A decisão alivia março, mas comprime ainda mais a reta final da época.
Pelo meio, o Sporting terá de lidar com uma sequência de jogos de enorme peso: deslocação ao Alverca, receção ao Santa Clara, dois encontros com o Arsenal, visita ao Estrela da Amadora, dérbi com o Benfica e ainda a deslocação ao Dragão para a meia-final da Taça de Portugal. Tudo isto em pouco mais de um mês.
Meias-finais podem complicar ainda mais as contas
E o cenário pode tornar-se ainda mais apertado. Caso o Sporting elimine o Arsenal e avance para as meias-finais da Liga dos Campeões, o calendário ficará ainda mais congestionado, obrigando a novos ajustes e aumentando o risco de desgaste físico numa fase em que a luta pelo título estará ao rubro.
Depois da visita ao Porto, os leões ainda terão pela frente os encontros com AVS SAD, Vitória de Guimarães, Rio Ave e Gil Vicente, para lá do jogo adiado com o Tondela. Ou seja, a presença em todas as frentes transforma o sucesso europeu num clássico ‘problema dos grandes’: quanto mais se vence, menos espaço há para respirar.










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