O clássico entre Porto – que arrasou a decisão da FPF no caso Luis Suárez – e Sporting começou envolto em polémica, depois de um “cheiro intenso” no balneário dos leões ter obrigado à assistência médica a vários elementos da equipa, com Christian Moga e Ricardo Costa a serem transportados ao hospital, gerando grande tensão antes do apito inicial.
Primeira parte intensa e muito equilibrada
Já dentro de campo, o encontro começou a um ritmo elevado, com ambas as equipas a entrarem determinadas e a discutirem cada lance com intensidade. O Sporting mostrou-se mais eficaz nos momentos iniciais, conseguindo ganhar vantagem, mas o Porto respondeu e manteve o jogo aberto.
O duelo foi marcado por constantes alternâncias de momento e um ritmo frenético, com oportunidades em ambas as balizas. Ainda assim, os leões conseguiram segurar a vantagem nos instantes finais da primeira parte, chegando ao intervalo com três golos de diferença (16-19) num jogo muito disputado.
Segunda parte de loucos mantém tudo em aberto
A segunda parte foi ainda mais intensa e equilibrada, com as duas equipas sempre taco a taco no marcador. O Sporting conseguiu manter-se quase sempre na frente, ainda que por margens mínimas, com o Porto a responder e a nunca deixar fugir o jogo.
Aos 43 minutos, os dragões conseguiram, pela primeira vez no encontro, colocar-se em vantagem por Hurtado, incendiando o Dragão Arena. Ainda assim, o Sporting reagiu e manteve a discussão do resultado até final, num clássico decidido nos detalhes.
O encontro terminou com 29-33, favorável ao Sporting, num desfecho com forte impacto nas contas do título. Os leões, que já partiam com vantagem pontual, dão assim um passo muito importante rumo ao tricampeonato, deixando o Porto, que entrou sem margem de erro, em posição muito delicada na luta pelo Campeonato de Andebol.









