Ciclista esloveno explicou a tática usada pela equipa no triunfo, e lançou a segunda etapa da prova suíça.
Tadej Pogacar: “Definitivamente não era o plano”
O esloveno da UAE Emirates arrasou a concorrência na primeira etapa da Volta à Suíça, com um solo de 70 km, que praticamente sentenciou a prova no fim da primeira de cinco jornadas.
No final, Tadej Pogacar revelou que o golpe foi mais difícil do que pareceu: “Foi duro, foi um dia muito duro. No início estava fácil, tudo sob controlo, mas com a primeira subida do dia, foi super difícil só para subir, mas o Nils Politt e o Tim Wellens meteram um ritmo fantástico lá”.
“Definitivamente isto não era o plano, mas funcionou de alguma maneira. Obrigado aos meus colegas, acho que sem eles a bloquear a corrida atrás, a impor ritmo antes do ataque, isto não teria sido possível”, atirou de seguida o esloveno.
“Fomos para a frente por causa dos seguros bónus, e depois eu e o Brandon olhamos um para o outro e dissemos ‘vamos a isso’. Tentamos algo e depois continuamos. Eu não tinha rádio na altura por isso não sabia o que se passava atrás de mim, por isso continuei só a andar forte até saber que a diferença era grande, e aí pude entrar no meu ritmo e tentar mantê-lo até ao fim. Foi super longo e difícil, mas ao mesmo tempo era algo técnico, por isso foi bom ter estado sozinho”, explicou, de seguida, Tadej Pogacar.
Com 2:22 de vantagem sobre o segundo classificado da geral, o esloveno revelou, também, os objetivos para o resto da corrida: “Estar seguro e manter camisola. Temos uma equipa forte, podemos tentar ir para a etapa com o Johnny [Narvaez], Brandon [McNulty] or Felix [Grossschartner]… ou outro qualquer na equipa. Vamos ver como os rapazes se sentem. Depois de hoje, vamos falar e ver o que fazemos amanhã”.







