Emblema de Alvalade ultrapassou, na última quinta-feira, um complicado desafio na Liga dos Campeões, e depois da partida, o técnico verde e branco falou sobre os acontecimentos do encontro no Dragão.
Ricardo Costa reage ao Porto – Sporting
A equipa de andebol do Sporting voltou a entrar na quadra, dias depois da polémica dos balneários no Dragão, que está a incendiar o desporto em Portugal. Os leões venceram o Wisla Plock, na Liga dos Campeões, e no final da partida, Ricardo Costa pode, finalmente, falar sobre o assunto, e responder a André Villas-Boas, presidente do Porto.
“Não admito que coloquem em causa o meu profissionalismo, quando me acusam de ter abandonado os meus atletas. Ando no desporto há mais de 30 anos, fui insultado em muitos pavilhões e convivo bem com isso. Não convivo bem com ataques à minha integridade. Não desejo a ninguém aquilo que passei. Mas o que não nos mata, torna-nos mais fortes. Acredito muito nesta máxima”, começou por explicar o treinador do Sporting.
O técnico português prosseguiu: “Não fizemos circo nenhum. Fui à ambulância, tinha as tensões a 17-10 e a médica deu-me um comprimido e disse-me: ‘você tem de se acalmar’. O jogo começou, fui sentar-me à porta do balneário, num corredor, a ver o jogo com o Moga. Colocar o Moga… não sei se vocês sabem de onde é o Moga. Não sabem o que se passa no Congo? é um guerreiro, um lutador… jamais faria um exercício de circo. Não fizemos circo nenhum! Sentimo-nos mal. Não sou nenhum polícia, não trabalho no Ministério Público, sei o que me aconteceu, tive um problema de saúde e não pude ir a jogo. É isso que eu sei, não sei mais nada”.
Ricardo Costa terminou, com um relato do que viveu e de como se sentiu antes do jogo com o Porto: “Sou um homem saudável, sou uma pessoa que tem bons hábitos. Entrei no balneário, estive lá 40 segundos e saí logo. Senti-me muito mal, eu e outras pessoas. Pedi ajuda, vieram os bombeiros e disseram que iam levar-me para o hospital. Fiquei na ambulância com a médica. Passaram pessoas por mim a dizer que íamos jogar.”
“Eu disse: ‘Carlos Carneiro, eu não tenho condições para tomar decisões. O que vocês decidirem, está bem. Eu não queria jogar. Perguntei à doutora: ‘Posso ir?’ Ela respondeu: ‘Quer ter um ataque cardíaco?’ Eu disse que não e fiquei ali sentado. E celebrei. Claro que celebrei e irei celebrar. Mesmo que esteja morto, vou celebrar sempre!”, rematou o técnico do Sporting.


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