Guarda-redes ucraniano – que pode render muitos milhões – aproveitou as redes sociais para responder a algumas questões dos adeptos, e não teve problemas em dizer o que pensa sobre algumas críticas que recebe.
Trubin perentório: “Não quero saber”
O guardião do Benfica – que ainda fatura com o golo com o Real Madrid – respondeu a algumas questões dos seus seguidores no Instagram. Fez algumas revelações sobre como lida com as críticas: “Nos dias de hoje, a internet e as redes sociais têm muito alcance, são muito difundidas e todas as pessoas podem escrever qualquer coisa sem pensar, porque sabem que não terão quaisquer consequências”.
“Eu levo as críticas a sério quando são justificadas e chegam de alguém que, em primeiro lugar, alcançou alguma coisa na vida ou alguém que, através das críticas, pretende mesmo ajudar-me. Pode ser um treinador, um treinador de guarda-redes ou até a minha mulher pode dizer algo. A essas pessoas eu presto atenção. Mas ódio de pessoas que não sabem nada de futebol baseado nas suas emoções ou por perderem uma aposta, eu não quero saber”, explicou o guarda-redes do Benfica.
Ainda assim, Trubin reconhece a importância das correções que ouve: “É muito importante ter alguém ao teu lado que te ajude e possa apoiar sempre num momento difícil ou quando sofremos resultados frustrantes ou ajudar-te a dizer o que está mal ou onde podemos melhorar, na cara. Em outras palavras, ajudar-te a ser uma melhor pessoa, mesmo com críticas. As críticas ajudam uma pessoa a evoluir. É importante ter uma companheira que partilhe as tuas paixões, sonhos e tenha os mesmos objetivos que tu”.
A adaptação a Portugal
Para além das questões relacionadas com as suas exibições, Trubin também falou da chegada e adaptação ao território nacional. Começou por apontar o que mais gosta: “Em primeiro lugar, o tempo. O tempo é realmente, muito, muito bom. Dias de sol, meses de sol e mesmo no inverno não é muito frio quando comparado com o meu país. Em segundo, a comida. O oceano é perto, então o peixe é muito saboroso. Em terceiro lugar, adoro o futebol. As pessoas aqui, amam o futebol. Elas vivem e respiram futebol”.
“Foi difícil nos primeiros meses, porque tudo era novo. Uma nova linguagem, um novo país, nova equipa. Como jogador vinha a jogar na mesma equipa desde criança, desde os seis anos. Foi difícil mudar. E o nível da competição era diferente, com muito mais responsabilidade e pressão dos dos adeptos e da comunicação social. Foi mesmo muito difícil, mas isso ajudou-me a crescer. Passei por momentos complicados, mas segui em frente e evoluí”, rematou o guarda-redes das águias, sobre a fase inicial da sua estadia em Lisboa.




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