Sessão na Cidade do Futebol pretende clarificar critérios, avaliar lances das primeiras 10 jornadas e apresentar prioridades para o próximo ciclo competitivo
O Conselho de Arbitragem da FPF vai realizar esta quarta-feira, 12 de novembro, uma conferência de imprensa na Cidade do Futebol. Em agenda está o balanço técnico das primeiras dez jornadas das competições profissionais, a análise de lances considerados relevantes e a definição das prioridades para a fase seguinte da época.
Quem vai falar e porquê
A sessão contará com a presença de Luciano Gonçalves, presidente do Conselho de Arbitragem, e de Duarte Gomes, diretor técnico para a Arbitragem. A iniciativa integra o plano de comunicação anunciado no arranque da temporada, com pontos de situação previstos também após as 20.ª e 30.ª jornadas.
Contexto de maior pressão
O encontro surge na sequência de um fim de semana marcado por críticas à atuação das equipas de arbitragem em vários jogos da Liga Betclic. Em paralelo, a APAF foi recebida com carácter de urgência pela FPF para discutir o aumento de episódios de pressão sobre árbitros e o sentimento de impunidade no futebol profissional.
O que se espera da conferência
O Conselho de Arbitragem deverá:
- apresentar métricas globais das primeiras dez jornadas, incluindo tempo útil de jogo e intervenção do VAR;
- esclarecer critérios disciplinares, sobretudo em entradas temerárias, gestão de protestos e conduta antidesportiva;
- rever lances que o organismo considera exemplificativos, com suporte de vídeo e enquadramento regulamentar;
- reforçar prioridades para o período competitivo seguinte, com foco em uniformização de decisões e comunicação pós-jogo.
Calendário de novos balanços
Seguindo o plano definido, o Conselho de Arbitragem promete regressar ao espaço público após as 20.ª e 30.ª jornadas. O objetivo é manter um ciclo regular de escrutínio técnico, com explicações sobre decisões e alinhamento de procedimentos entre equipas de campo e vídeo.
O que está em causa
A conferência procura aumentar a transparência, reduzir zonas cinzentas na aplicação das leis e estabilizar o ambiente competitivo. A curto prazo, o organismo pretende que clubes, adeptos e agentes conheçam de forma mais clara os critérios que orientam as decisões em campo e no VAR










