Max Verstappen é conhecido pela exigência e pela procura constante da perfeição, mas uma revelação feita por Renger van der Zande mostra que o neerlandês leva essa mentalidade muito além do que muitos imaginam. A história foi contada durante o programa Ziggo Race Café De Stamtafel.
Nada escapa ao campeão
Van der Zande revelou que falou recentemente com uma pessoa ligada ao programa GT3 de Verstappen em Nurburgring e ouviu uma descrição curiosa sobre o tetracampeão mundial. “Ele é um excêntrico. Vai ao extremo para extrair o máximo das pessoas, da tecnologia e até dos amortecedores”, contou.
Segundo o piloto neerlandês, Verstappen apareceu certa vez com uma caixa de amortecedores obtida através de um contacto em França e quis imediatamente utilizá-los. A reação da Mercedes-AMG foi tudo menos positiva.
Uma obsessão herdada
“Vamos correr com estes amortecedores”, terá dito Verstappen. A ideia não agradou aos responsáveis da equipa alemã, que ficaram “completamente loucos” por utilizarem normalmente outros fornecedores e não quererem alterar componentes fundamentais do carro.
Para Van der Zande, esta forma de trabalhar faz lembrar o pai de Max, Jos Verstappen. “O Max é exatamente como o pai. Se existisse uma peça capaz de dar uma pequena vantagem, ele fazia tudo para a conseguir. É de família: tirar o máximo de tudo”, explicou, revelando um lado pouco conhecido de uma das maiores estrelas da Fórmula 1.










