João Almeida terminou a segunda etapa da Volta ao Algarve no terceiro lugar, após o final na subida da Fóia. O ciclista português da Emirates chegou apenas a um segundo de Paul Seixas, mas perdeu tempo para o seu maior rival. Apesar de não ter ganhado, o português mostrou-se contente com a forma como correu na serra de Monchique e garantiu que vai dar tudo no contrarrelógio.
Final de etapa marcado por muitas acelerações
O corredor luso explicou que os últimos momentos da corrida foram muito exigentes para todos os atletas: Foi um final da etapa difícil, também com final muito explosivo, com muitas acelerações e travagens”. O ciclista sentiu as dificuldades de uma subida que exigiu muito esforço físico até ao último metro.
João Almeida referiu ainda que a queda de Brandon McNulty prejudicou o plano da equipa para o final da subida: “Ele estava comigo na frente e poderíamos ter corrido de maneira diferente”. Sem o colega ao lado, a estratégia da Emirates teve de ser alterada nos momentos de maior decisão, numa etapa que seria à sua medida.
Atenção vira-se agora para o contrarrelógio
O ciclista tentou um ataque no último quilómetro para surpreender os rivais, mas acabou por perder algum terreno: “Não consegui e depois perdi ali um pouco de espaço”, confessou sobre o momento em que Ayuso se isolou. Mesmo assim, João Almeida considera que o balanço deste dia de montanha é bastante positivo para as suas contas.
O foco do ciclista português está agora na próxima etapa da Volta ao Algarve, que se realiza em Vilamoura: “Estou feliz com a etapa da Fóia, penso que foi bom. Já estou focado no contrarrelógio”. Esta prova contra o relógio será fundamental para definir quem vai lutar pela vitória final na Volta ao Algarve.











