O segundo treino livre do WSBK 2026 na Hungria confirmou a evolução dos tempos face à sessão da manhã, com várias equipas a conseguirem dar um passo em frente num circuito ainda em fase de adaptação. A Ducati voltou a destacar-se, agora já no segundo 38, num FP2 mais rápido e exigente.
Ducati acelera e eleva a fasquia no WSBK 2026
Depois de já ter dado sinais positivos no FP1, a Ducati confirmou o bom momento no segundo treino, com Bulega e Lecuona a assumirem a liderança e a baixarem significativamente os tempos. A entrada no segundo 38 marca uma evolução clara face à sessão anterior e reforça o domínio da estrutura italiana neste arranque de ronda. Na última volta, Lecuona conseguiu tirar a volta mais rápida ao colega de equipa, mas ainda assim a Ducati dominou a sessão de treino.
A luta pelos lugares cimeiros ganhou ainda mais intensidade na fase final, com Sam Lowes a conseguir subir até ao terceiro posto, empurrando Lorenzo Baldassarri e Yari Montella na tabela. Enquanto isso, Alberto Surra conseguiu melhorar e intrometer-se no quarto lugar. Ainda assim, a consistência da Ducati acabou por fazer a diferença num traçado que continua a desafiar os pilotos.
Once again, right on the clock🏁🔥@LecuonaIker tops the FP2⚡#HungarianWorldSBK 🇭🇺 pic.twitter.com/x5l8uxWtpy
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Os sete primeiros lugares foram ocupados por motas da Ducati.
Miguel Oliveira com dificuldades e reação final
Miguel Oliveira voltou a enfrentar uma sessão complicada, desta vez marcada por problemas com o pneu traseiro da BMW M 1000 RR, que o próprio admitiu não estar a sentir. O piloto português chegou a cair para a 15ª posição e passou algum tempo nas boxes, à procura de soluções.
🤠 @_moliveira88 in a quite a rodeo mode💥#HungarianWorldSBK 🇭🇺 pic.twitter.com/hQNwhzUpMn
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O regresso à pista, a cerca de 15 minutos do fim, evidenciou dificuldades no controlo da moto, com alguns abanões visíveis ao longo das voltas. Ainda assim, Oliveira conseguiu reagir na fase final e terminou na 9ª posição, mitigando parcialmente um treino que esteve longe do ideal. Nos últimos segundos, o piloto português ia bem lançado, mas a volta viria a não ser validadade no segundo setor.
Sessão exigente e incidente sem consequências
De forma geral, várias equipas sentiram dificuldades neste traçado húngaro, sobretudo em zonas mais técnicas, onde a estabilidade das motos foi colocada à prova. A adaptação continua a ser um fator determinante num circuito que ainda não oferece referências totalmente consolidadas.
A sessão ficou ainda marcada por um despiste de Danilo Petrucci, colega de Miguel Oliveira, na curva 3, a cerca de 15 minutos do final. O incidente não teve consequências físicas para o piloto, mas obrigou-o a terminar mais cedo um treino que já estava a revelar-se desafiante.
HUGE spill for @Petrux9 😮💥#HungarianWorldSBK 🇭🇺 pic.twitter.com/h01Ot9epIH
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Pista ainda em evolução mantém cenário em aberto
Com a pista a evoluir gradualmente e as equipas ainda à procura do melhor compromisso, o equilíbrio continua a ser uma das notas dominantes desta ronda. As diferenças podem alterar-se rapidamente, sobretudo com mais tempo de pista e afinações mais precisas.
FP2 full results🏁@LecuonaIker leads the way in yet another session🔥#HungarianWorldSBK 🇭🇺 pic.twitter.com/430CCbIHsH
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Para já, a Ducati assume o protagonismo, enquanto Miguel Oliveira continua à procura de maior confiança com a BMW. O FP3 e a qualificação poderão trazer novas mudanças num fim de semana que permanece totalmente em aberto











